O clima desértico não é impeditivo para os países árabes do Golfo produzirem alimentos. Apesar de serem grandes importadores na área, eles levam adiante produções de legumes, verduras, carnes, lácteos e muitas tâmaras. Os produtos podem ser vistos na Sial Middle East.
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Foram embarcadas 3,68 milhões de sacas no mês passado. Receita caiu 1%, para US$ 485 milhões. Volume vendido para países árabes aumentou 15% no acumulado do ano.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística estima uma colheita de 231 milhões de toneladas no próximo ano, um crescimento de 1,7%.
A CEO da trading ALM Brazil, Marlucia Martire, vai fornecer um contêiner mensal de pimenta por um ano a um importador dos Emirados. Ela também vendeu castanhas e café na feira.
O vice-primeiro-ministro do país árabe, Mansour Bin Zayed Al Nahyan, foi recebido pelo embaixador Fernando Igreja no estande brasileira na Sial Middle East, em Abu Dhabi, e disse que há interesse em parcerias com o setor privado agrícola brasileiro.
Superávit é resultado de exportações de US$ 5,6 bilhões e importações de US$ 3,6 bilhões.
Instituições financeiras reduziram a estimativa de avanço do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo para 3,71%.
Grupo com 14 empresas brasileiras está expondo na feira que começou nesta segunda-feira (10) em Abu Dhabi. Variedade de produtos apresentados é grande e muitos deles são bem brasileiros, como açaí, polpa de buriti, tapioca e feijões.
País tem acordo com o Fundo para financiamento de um programa de reformas no valor de US$ 160 milhões.
IPCA teve recuo de 0,21%, taxa mais baixa para o mês desde 1994. Grupos Transportes e Habitação tiveram as maiores quedas.
O engenheiro agrônomo Nilson César Castanheira Guimarães assumirá no final deste mês o cargo de adido agrícola na embaixada do Brasil em Rabat. Aumentar o fluxo de comércio e a cooperação está nos planos. Ele acumulará o cargo para a Tunísia e Nigéria.
Presidente da empresa, Artur Grynbaum, revelou o valor durante evento em São Paulo. Marca tem loja em Dubai e abrirá outra em breve. ‘Dubai é uma referência em centro de consumo’, comentou o executivo.
Foram embarcados 10,54 milhões de pares, um aumento de 6,6% sobre o mesmo mês de 2017. Vendas externas estavam em queda desde maio.
Passaram pelo maior porto do Brasil 110,6 milhões de toneladas de cargas de janeiro a outubro. No entanto, em outubro, o volume caiu 9,8% sobre o mesmo mês do ano passado.

