Foram embarcadas 416,9 mil unidades no ano passado. Receita, porém, recuou 8,7% e ficou em US$ 10,5 bilhões.
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Empresa anunciou compra de participação em distribuidora de alimentos congelados no país do Golfo. Acordo começou a ser negociado em 2015.
Governo brasileiro pede que o país asiático cumpra suas obrigações perante às Nações Unidas.
Banco Mundial afirma que desempenho esperado para este ano é ‘modesto’, mas será superior ao registrado em 2015. Brasil deverá seguir em recessão e só retomará crescimento em 2017.
Foram comercializadas menos de 4 milhões de unidades no ano passado, contra mais de 5 milhões em 2014.
Transporte de contêineres no Khalifa Port cresceu 32%. Tráfego de veículos avançou 27%. Houve também aumento na movimentação de cargas gerais, graneis e passageiros.
Entrada de dólares no Brasil superou a saída em quase US$ 9,5 bilhões no ano passado. Desempenho foi influenciado pelo superávit comercial.
Jordanianos que moram no exterior enviaram quase US$ 3,5 bilhões ao país de janeiro a outubro de 2015, de acordo com o banco central.
Segundo o Operador Nacional do Sistema, queda foi de 1,8% em comparação com 2014.
Vendas ao exterior foram recordes em 2015 ao atingir 4,3 milhões de toneladas. Segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal, o Brasil concentra 37% das exportações mundiais.
Hamad Buamim, presidente da Dubai Chamber, foi nomeado vice-presidente da Federação Mundial das Câmaras de Comércio.
Moeda norte-americana encerra o primeiro dia de negócios do ano cotada a R$ 4,033, a maior alta desde 29 de setembro. Bolsa de valores fecha em queda.
Superávit em 2015 foi de US$ 19,681 bilhões, o maior desde 2011. No entanto, tanto as exportações como as importações foram menores do que em 2014. Oriente Médio foi o mercado que menos recuou.
Filippo Grandi assume o comando da agência da ONU para refugiados. Anteriormente, italiano liderou órgão de assistência a palestinos.

