Empresas e entidades que participam da primeira edição da feira World Travel Market Latin America, em São Paulo, afirmam que atrair cada vez mais turistas brasileiros é prioridade.
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Projeção para o ano fiscal 2013/2014, que começa em julho, consta de proposta orçamentária encaminhada pelo governo ao Parlamento.
Compras brasileiras do produto no exterior somaram 90,1 mil toneladas. Houve queda sobre fevereiro.
Ocorreram 192 negócios do tipo entre janeiro e março deste ano, com avanço sobre o trimestre anterior, segundo pesquisa da KPMG.
O PIB da região da América Latina e Caribe deve avançar 3,5%, impulsionado principalmente pelo desempenho dos dois países. Melhora da atividade agrícola, investimentos e demanda interna aquecerão economias.
Luiz Moan Yabiku Júnior afirmou que as vendas externas devem crescer e chegar a um milhão de automóveis nos próximos três anos. Ampliar a produção é também meta da nova gestão.
Segundo informações do Ministério da Agricultura, foram liberados R$ 84,9 bilhões em financiamentos para o setor de julho do ano passado até março deste ano. Maior parte foi para custeio e comercialização de safra.
Na terceira semana de abril, Brasil fez importações de US$ 6,9 bilhões e exportações de US$ 4,6 bilhões. O saldo negativo é de US$ 1,3 bilhão.
País terá direito de sacar US$ 1,75 bilhão no período de 24 meses. O objetivo é apoiar o programa de reformas econômicas do governo local.
Entidade terá estande na feira para atender importadores árabes e empresas brasileiras interessadas no mercado do Oriente Médio. No ano passado, a mostra recebeu visitantes do Sudão e da Jordânia.
Compradores da Jordânia e dos Emirados participam das rodadas de negócios da mostra da Apas, de supermercados, nos dias 06 e 07 de maio, em São Paulo. Eles buscam frutas, vegetais, polpas e sucos.
Ex-ministro das Finanças da Argélia em duas ocasiões, Abdellatif Benachenhou está no Brasil para apresentar ‘Países Emergentes’ que chega ao País em edição em português.
Três organismos do governo assinaram parceria para fomentar a participação das mulheres no comércio exterior do Brasil e promover a igualdade de gênero no mercado de trabalho da área.
De acordo com as Nações Unidas, a doação é ‘sem precedentes’. Além do Acnur, país repassou recursos outras cinco agências da ONU.

