Em evento realizado nesta quarta-feira, a entidade apresentou dados e perspectivas sobre os mercados árabes e debateu demandas das companhias que têm negócios na região.
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A indústria brasileira teve receita 2,4% maior no ano passado sobre o anterior. Entidade do setor, no entanto, afirma que o desempenho foi ruim para a área de transformação.
Representantes dos governos federal e de Minas e da FGV participam da Cúpula Governamental promovida pelos Emirados Árabes, no dia 11. Evento tem como foco a implementação de programas estatais.
Alíquota do imposto é de 10%, mas haverá isenção de abril a julho por receio de falta do produto no mercado interno.
FMI afirma que as políticas macroeconômicas do país árabe são sólidas, mas observa que as autoridades locais precisam promover mais reformas que garantam o bem estar da população.
Segundo o ministro da Fazenda, Guido Mantega, a previsão é que elas sejam feitas até o final deste semestre. Os leilões começam daqui um mês.
O país árabe é um dos mercados nos quais o setor fará ações de promoção comercial neste e no próximo ano. Deve ser realizado evento para reforço da imagem do calçado brasileiro em 2014.
Em evento exclusivo para associados, Michel Alaby, CEO da entidade, aborda cenários financeiros e possibilidades de negócios com países árabes. Palestra acontece na quarta-feira.
Páginas em português trazem informações sobre os dois países em crise, inclusive dicas de como auxiliar os refugiados.
Instrumento do tipo ‘Precautionary Stand-By Arrangement’ é utilizado quando o país não pretende tomar o dinheiro emprestado, mas pode fazê-lo se precisar.
Em dezembro, País registrou marca de 76,2 milhões de metros cúbicos por dia. Foi o terceiro mês consecutivo de aumento da extração do combustível.
Empresa aérea de Abu Dhabi teve ganho 200% maior. Receita cresceu 17% e companhia atribui resultado às parcerias com outras companhias aéreas.
Analistas do mercado financeiro mantiveram a estimativa para avanço da economia em 2013, segundo pesquisa do Banco Central.
Instituição procura bancos do Brasil que emitam cartas de crédito para negócios fechados no Sudão entre empresas dos dois países.

