Ministério da Agricultura calculou em R$ 631 bilhões o valor bruto da produção no ano passado, um aumento de 2,6% sobre 2018.
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País produziu 241,5 milhões de toneladas de grãos no ano passado, um aumento de 6,6% sobre 2018. Em 2020, colheita deve atingir novo patamar histórico.
Brasil exportou 37,4 milhões de sacas de janeiro a novembro. Para países árabes houve avanço de 12% no período.
Brasil vendeu o equivalente a US$ 8,21 bilhões no mês passado. Carnes foram destaque. Houve aumento também nos embarques de milho, algodão e suco de laranja.
A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, falou sobre práticas usadas pelo setor que mostram sua preocupação com o meio ambiente.
Avanço foi impulsionado por setores não petrolíferos, como as áreas de serviços, indústria, obras públicas e agricultura.
Brasil embarcou o equivalente a US$ 8,57 bilhões no mês passado. No acumulado do ano, porém, vendas estão em alta de 0,2%.
País responde por 25% do comércio global do produto. Há 10 anos, participação era de apenas 1%, segundo a FAO.
Receita do segmento chegou a R$ 4 bilhões no ano passado, segundo o Ministério da Agricultura. Área plantada no País está em 1,1 milhão de hectares.
Brasil embarcou o equivalente a US$ 7,25 bilhões em produtos do setor no mês passado.
Prêmio Internacional de Inovação para a Alimentação e a Agricultura Sustentáveis está com inscrições abertas até 28 de fevereiro.
Lista inclui permissões para exportar gado vivo, mel e derivados, e material genético bovino e avícola para a Arábia Saudita.
O engenheiro agrônomo Nilson César Castanheira Guimarães assumirá no final deste mês o cargo de adido agrícola na embaixada do Brasil em Rabat. Aumentar o fluxo de comércio e a cooperação está nos planos. Ele acumulará o cargo para a Tunísia e Nigéria.
Ministério da Agricultura informou que o país árabe aprovou modelo de Certificado Sanitário Internacional para exportação de produtos apícolas do Brasil. Vendas podem chegar a US$ 4,43 milhões ao ano.

