Apesar da crise global pela pandemia de covid-19, setor elevou importações no mês de abril. A expectativa é que a demanda pelo produto no Brasil tenha crescimento de 1,5% a 3% neste ano.
fertilizantes
Setores turístico, automobilístico e têxtil estão parados, mas os embarques de fertilizantes ao Brasil continuam. Exportações brasileiras de commodities ao país árabe também seguem.
País comprou 47,6 milhões de toneladas no ano passado, um aumento de 5,4% sobre 2018. Fertilizantes são o principal item da pauta.
Compras feitas pelo Brasil no exterior somaram US$ 37,6 bilhões de janeiro a outubro.
Companhia é a segunda maior distribuidora de combustíveis do país e a principal na área de fertilizantes líquidos.
O Brasil fez compras de produtos químicos no valor de US$ 4,5 bilhões em julho, com alta expressiva sobre junho.
A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, fará viagem a três ou quatro países árabes em setembro e pretende discutir a comercialização de novos produtos do agronegócio. Ela quer conversar também sobre a compra de produtos árabes pelo Brasil.
Companhia Nacional de Petróleo de Abu Dhabi anunciou nesta segunda-feira (17) a formação de uma joint-venture com a OCI N.V., da Holanda, com pretensão de ocupar a liderança mundial em fertilizantes de nitrogênio.
Companhia teve aumento de 20% na receita no primeiro trimestre e um dos mercados que comprou mais foi o brasileiro.
Compras no exterior somaram US$ 3,6 bilhões em janeiro, com crescimento impulsionado por aquisições maiores de intermediários para fertilizantes.
Fornecimento de adubos de países árabes ao mercado brasileiro somou US$ 830 milhões de janeiro a julho, com queda de 18,4%. País comprou mais da Rússia.
Compras brasileiras de adubos no mercado internacional recuaram 7,7% no primeiro semestre deste ano, mas avançaram em junho.
Brasil comprou volume 8,5% menor de adubos no exterior no mês passado, segundo dados de associação do setor.
As compras de adubos do exterior recuaram 10,8% em abril e 13,2% no primeiro quadrimestre.

