As importações brasileiras de petróleo dos países árabes tiveram queda de 15% no primeiro semestre. Segundo a EPE, setor sentiu a baixa da demanda por combustíveis e produtos ligados à mobilidade, que foi reduzida para tentar barrar a disseminação do coronavírus.
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Segundo projeção divulgada por executivo do FMI nesta terça-feira (30), PIB da região recuará acima do previsto em abril, em função dos efeitos do coronavírus na atividade econômica e dos preços baixos dos hidrocarbonetos.
Petrolífera saudita teve queda de 25% nos ganhos no primeiro trimestre, mas mesmo assim valor foi alto e distribuição de dividendos alcançou US$ 13,4 bilhões.
Esse foi o valor conseguido pelo país árabe com embarques de petróleo de janeiro a abril. Instabilidade política fez com que a produção caísse drasticamente.
Governo federal criou comitê para propor aperfeiçoamento na governança e metodologia das rodadas de licitações na área. Grupo será composto por representantes de ministérios e da ANP.
Agência Nacional do Petróleo informou cancelamento da 17ª rodada de licitações em função do coronavírus.
Governo anunciou medida para enfrentar a baixa nos preços internacionais do petróleo. País é altamente dependente das exportações do setor.
Petrolífera saudita informou na terça-feira (10) que produziria 12,3 milhões de barris de petróleo ao dia a partir de abril, mas aumentou projeção para 13 milhões de barris nesta quarta-feira (11).
A companhia saudita comunicou à bolsa local nesta terça-feira (10) que aumentará a produção a partir de abril. Mercados do Golfo se recuperaram.
Anúncio saudita de cortar preços e aumentar produção de petróleo fez cotação da commodity despencar, influenciando pregões, que já oscilavam por insegurança causada pelo coronavírus.
Companhia enviou ao exterior 238 mil barris de óleos combustíveis ao dia em fevereiro.
Objetivo da parceria com a Empresa de Pesquisa Energética é conectar as oportunidades no setor energético aos investidores e empresários com potencial no tema.
Relatório do FMI convoca países do Conselho de Cooperação do Golfo a ajustarem urgentemente as políticas fiscais às cotações da commodity, que devem entrar em período de declínio em até duas décadas.
Banco repassará sua participação na companhia petrolífera como parte de um programa de desinvestimento para redirecionamento de recursos a projetos de mais impacto social.

