Segundo dados do Ministério do Turismo, marroquinos seguem sendo maioria entre turistas árabes no Brasil. Contudo, número apresentou queda em relação a 2017.
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O governo do país ampliou de US$ 12,7 milhões para US$ 24 milhões o volume de recursos destinados à Jordan Tourism Board, agência nacional de marketing do setor.
O número de visitantes cresceu 2% em relação ao mesmo período de 2018. Índia continua sendo principal país emissor, seguida da Arábia Saudita e Reino Unido.
País trouxe 23 agências à feira de turismo WTM, em São Paulo. Houve também estandes do Marrocos e Emirados.
O Conselho de Turismo da Jordânia aposta em nova estratégia para fazer com que brasileiros permanecam mais tempo no país árabe.
A Autoridade de Desenvolvimento do Turismo de Ras Al Khaimah divulgou nesta terça-feira (12) um aumento de 10% no número de visitantes no emirado em relação ao ano de 2017. Até 2021, o plano é atrair 1,5 milhão de turistas.
O número de desembarques internacionais avançou 10% no Oriente Médio e 7% na África em 2018. No mundo, o aumento foi de 6%, segundo a Organização Mundial do Turismo.
Atividade movimentou US$ 1,4 bilhão no país de janeiro a 20 de dezembro de 2018, um aumento de 42% sobre o mesmo período de 2017.
País recebeu 11,3 milhões de visitantes estrangeiros de janeiro a novembro do ano passado.
Mais famoso sítio histórico da Jordânia atraiu 827 mil turistas no ano passado, sendo 669 mil de fora do mundo árabe.
Taxa de ocupação dos hotéis também cresceu no mesmo período, influenciada por ofertas e descontos.
Atividade movimentou cerca de 1 bilhão de euros no país de janeiro a 20 de setembro, um aumento de 28% sobre o mesmo período do ano passado.
O emirado tem como meta aumentar significativamente o número de turistas nos próximos anos. Expo 2020 deve impulsionar visitas.
Despesas em viagens internacionais somaram US$ 1,382 bilhão. Queda ocorreu em função da valorização do dólar.

