Índice recuou 14,6% em fevereiro sobre igual mês de 2014, segundo pesquisa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo.
Autor: Agência Brasil
Índice que mede os preços dos produtos primários com cotação internacional avançou 4,97% no mês passado, após ter recuado 5,14% em janeiro.
Diferença entre entrada e saída de dólares chegou a US$ 1,4 bilhão no mês em função principalmente de operações do segmento financeiro.
Moeda norte-americana terminou a terça-feira cotada a R$ 2,928, com avanço de 1,14% sobre o dia anterior.
Comércio de automóveis teve o pior fevereiro desde 2008, segundo a Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores.
Brasil produziu 96,6 milhões de metros cúbicos por dia em janeiro, marca histórica. Extração de petróleo ficou em 2,469 milhões de barris diários.
Instituições bancárias ouvidas pelo Banco Central acreditam que taxa fechará ano em 13%, 0,75 ponto percentual maior do que a Selic atual.
Taxa ficou em 5,3% em janeiro, com aumento sobre dezembro. Sobre o mesmo mês do ano passado, porém, houve queda.
Presidente comentou o corte da nota de risco da estatal brasileira pela agência Moody’s. Para ela, a empresa vai se recuperar ‘sem grandes consequências’.
Índice medido pela Fundação Getulio Vargas recuou 4,9% sobre janeiro em função da inflação maior, juros altos e piora das condições no mercado de trabalho.
Apesar do dólar valorizado, população direcionou US$ 2,2 bilhões para viagens internacionais em janeiro, com aumento de 4% sobre dezembro e sobre o mesmo mês do ano passado.
Índice que mede o quanto se produz por hora trabalhada cresceu no País em dez anos, mas é o menor do que as outras 11 nações pesquisadas.
Boletim Focus, pesquisa feita pelo Banco Central com instituições financeiras, mostra expectativa de redução do PIB e aumento da inflação.
Índice apurado pela Fundação Getúlio Vargas ficou em 83,2 pontos em fevereiro.

