Brasileiros retiraram R$ 8,5 bilhões a mais que depositaram nas cadernetas de poupança em janeiro. Os saques somaram R$ 144,9 bilhões e os depósitos R$ 136,3 bilhões.
Autor: Agência Brasil
Foram comercializadas 253,8 mil unidades no Brasil no mês passado, um recuo de 31% sobre dezembro e de 19% em relação a janeiro de 2014.
Essa foi a queda do Índice de Commodities Brasil, medido pelo Banco Central, de dezembro de 2014 para janeiro deste ano. Segmento de energia foi o principal responsável.
Saldo cambial ficou positivo em US$ 3,9 bilhões em janeiro, segundo o Banco Central. No mesmo mês do ano passado, valor estava em US$ 1,6 bilhão.
Houve retração em 20 dos 26 setores pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Porcentagem de álcool anidro no combustível comum deverá passar de 25% para 27% este mês. Proposta ainda precisa ser aprovada pela presidente Dilma.
Aumento de 2,2% em relação a 2013 foi o menor registrado desde 2009. Indústria usou menos eletricidade e influenciou o desempenho global.
Agência de classificação de risco reduziu rating da estatal de Baa2 para Baa3. Companhia mantém, porém, o grau de investimento.
Rendimento médio do brasileiro passou de R$ 1.581 em 2003 para R$ 2.104 em 2014. Avanço foi real, ou seja, além da inflação.
Crescimento ocorreu no ano passado em comparação com 2013, de acordo com associação brasileira do setor. Perspectiva para 2015 é de avanço de 2%.
Prévia do índice de janeiro sinaliza avanço de 1,2% sobre dezembro. Resultado difere de pesquisa realizada pela Confederação Nacional da Indústria.
Titular da Fazenda, Joaquim Levy afirmou que políticas adotadas pelo governo brasileiro vão resgatar confiança dos investidores. Pacote aumentou impostos.
Pesquisa mostra que percentual de empresários que têm intenção de realizar investimentos este ano é menor do que em 2014.
Índice medido pela Confederação Nacional da Indústria ficou em 44,4 pontos em janeiro, menor nível desde o início da série histórica.

