Foi o pior resultado para meses de novembro desde início da série histórica do Banco Central, em 2001. Tanto governo central quanto governos regionais tiveram déficit. Estatais apresentaram superávit.
Autor: Agência Brasil
Índice medido pela Fundação Getulio Vargas caiu 1,5% de novembro para dezembro no Brasil, depois de dois meses de alta.
Estatal brasileira produziu 2,29 milhões de barris de petróleo e gás natural liquefeito no último domingo, maior volume num único dia.
Novo valor máximo para brasileiros que chegarem do exterior por terra, fluvial e lacustre, sem pagamento de impostos, cairá em julho de 2015 dos atuais US$ 300.
Tributos arrecadados pela Receita Federal somaram R$ 104,5 bilhões no mês passado. No acumulado do ano, houve queda de 0,99%.
Indicador ficou em 84,9 pontos no início de dezembro, uma queda de 0,8% em relação a novembro, segundo a Fundação Getulio Vargas.
Despesas em viagens internacionais somaram US$ 1,72 bilhão em novembro, uma queda de 7,2% sobre o mesmo mês do ano passado.
Associação de Comércio Exterior do Brasil reviu previsões para balança comercial. Estimativa indica recuo de 4,3% nas exportações e de 9,8% nas importações.
Recuo foi de 88% em novembro. No acumulado do ano, foram criadas 938 mil vagas, menor número desde 2003.
Usinas sucroalcooleiras do Centro-Sul do Brasil pretendem fechar ano com processamento de 567 milhões de toneladas do produto, segundo Unica.
Saída de dólares do Brasil superou a entrada em US$ 2,4 bilhões até o dia 12. Déficit foi provocado pelo fluxo financeiro.
Pesquisa da Fundação Getulio Vargas mostra que desempenho será pior em 2015 do que neste ano. Aperto fiscal restringirá avanço no curto prazo.
Pesquisa do instituto mostra que a produção agrícola brasileira chegou a 188 milhões de toneladas no ano passado, o que equivale a R$ 232 bilhões.
Segundo pesquisa da Fundação Getulio Vargas, houve piora no ambiente de negócios em 2014. Companhias reduziram investimentos e devem fazê-lo novamente em 2015.

