Pesquisa da FGV mostra que 30% das empresas do setor industrial esperam investir mais nos próximos 12 meses do que no último ano. Percentual ficou estável, mas número de indústrias que vai investir menos aumentou.
Autor: Agência Brasil
O dado é do IBGE e mostra que houve queda pelo quarto mês seguido.
Saídas de dólares superaram as entradas na primeira semana do mês, segundo o Banco Central. De janeiro até 5 de setembro, saldo está negativo em US$ 2,6 bilhões.
Produção chegará a recorde de 195,46 milhões de toneladas no período 2013/2014, segundo a Conab.
A agência Moody’s passou a perspectiva de nota dos títulos do governo brasileiro de estável para negativa, como reflexo do maior risco de baixo crescimento e piora nos indicadores da dívida.
Foram comercializadas 111 mil unidades em agosto, contra 121 mil em julho. Exportações, porém, cresceram 26,7% na mesma comparação.
Instituições financeiras ouvidas pelo Banco Central reduziram suas projeções para o crescimento da economia brasileira este ano, de 0,52% para 0,48%.
Indicador mostra que houve queda nos custos da indústria entre abril e junho deste ano.
IPCA acumulado em 12 meses está em 6,51%. No mês passado, taxa avançou 0,25%, contra 0,01% em julho. Energia elétrica e custos com empregados domésticos puxaram o índice.
Captação do último mês foi a menor para meses de agosto dos últimos oito anos, segundo Banco Central. Depósitos superaram retiradas em R$ 518 milhões.
Em julho sobre junho houve avanço de 80,4% para 81% na utilização da capacidade instalada, de acordo com levantamento da Confederação Nacional da Indústria.
Índice de Preços ao Consumidor Semanal encerrou agosto com alta de 0,12%, o dobro da última prévia. Alimentação foi o que mais influenciou.
Indústria puxou economia brasileira para baixo no segundo trimestre. A queda do setor foi de 3,4%. No acumulado de 12 meses há crescimento de 1,4%.
Projeção consta do Projeto de Lei Orçamentária. Salário mínimo será reajustado em 8,8% para R$ 788,06.

