É o que diz pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, segundo dados publicados nesta quinta-feira (28) no Diário Oficial da União.
Autor: Agência Brasil
Índice medido pela Fundação Getúlio Vargas recuou 4,3% após duas altas consecutivas.
Pela 13ª semana seguida, instituições financeiras revisaram para baixo suas estimativas de avanço da economia brasileira em 2014. Ela está em 0,70%.
Superávit de US$ 1,574 bilhão na balança comercial em julho ajudou a reduzir saldo negativo nas transações do Brasil com o exterior, que ficou em US$ 6 bilhões no mês. Gasto de brasileiros lá fora, porém, foi recorde.
Pesquisa da FGV mostrou estabilidade na expectativa de inflação em agosto em comparação com julho.
Prévia do mês mostra recuo no índice medido pela Fundação Getúlio Vargas em comparação com o final de julho.
O saldo de entrada e saída de dólares do Brasil ficou positivo em US$ 500 milhões na primeira quinzena deste mês. Resultado veio do segmento financeiro.
Aumento ocorreu em junho na comparação com o mesmo mês do ano passado. Foi a menor taxa desde janeiro de 2012, início da série histórica.
Segundo as Nações Unidas, a quantidade de pessoas no mundo que precisam de ajuda humanitária nunca foi tão alta.
Mercado financeiro reduziu projeção para crescimento da economia brasileira pela 12ª semana seguida. Estimativa anterior era de avanço de 0,91% em 2014.
Índice medido pelo Banco Central do Brasil teve queda no segundo trimestre deste ano em comparação com o primeiro.
Em leilão da ANP, 99% do volume comercializado veio de produtores com selo Combustível Social. Pregão responderá por abastecimento do mercado brasileiro em setembro e outubro.
Indicador de Clima Econômico da região, elaborado pela Fundação Getúlio Vargas, teve recuo de 7% entre abril e julho. Das principais economias, só o México melhorou.
Movimento, com saldo positivo de US$ 1,2 bilhão, ocorreu no início deste mês.

