A marca gaúcha de cosméticos Mix-Use pretende começar a exportar. O foco principal é a América Latina, mas a empresa já tem contatos e enviou amostras para o Oriente Médio.
Autor: Isaura Daniel
Indústria brasileira produz parte dos seus brinquedos na China e quer exportar de lá para o mercado árabe. Terceirizar produção na Ásia foi saída encontrada para manter competitividade.
A Asel-Tech fabrica um sistema que detecta vazamentos em dutos para petróleo. A companhia já exporta para 11 países e está em contato com potenciais clientes no Oriente Médio.
Nos 60 anos da Câmara Árabe, o presidente do conselho, Walid Yazigi, fala da trajetória da entidade e comemora o avanço das relações com a região desde a realização das primeiras missões.
Os Emirados foram selecionados entre os mercados foco do programa Beautycare Brazil, que promove exportações do setor. Os pontos de venda da região terão demonstração e distribuição de produtos.
Executivos de um dos grandes distribuidores e varejistas do Oriente Médio estão na feira de calçados que ocorre em São Paulo. O grupo Al Garawi vende 10 milhões de pares ao ano na região.
Apesar da moeda norte-americana ter se valorizado diante do real, facilitando exportações, setor ainda deve amargar queda nas vendas externas. Empresários, porém, estão animados.
A valorização da moeda torna mais atrativos os calçados produzidos no Brasil e deve ser chamariz para importadores na 44ª Francal, feira do setor que começa na terça-feira. Árabes são esperados.
O esteticista Claudio Inove oferecerá aulas de maquiagem semipermanente para correção de falhas estéticas no Hotel Íbis do World Trade Centre em agosto. Elas serão voltadas para brasileiros.
A FR Hueb tem, desde o início do mês, ponto de venda no Souq Al Bahar, no emirado. A unidade foi aberta para reforçar a presença da empresa no Oriente Médio.
As compras do produto do Oriente Médio e Norte da África recuaram 26% no começo deste ano. Houve queda nas importações gerais de adubos pelo Brasil em proporção parecida.
Encontro de universidades católicas, que acontece em julho em São Bernardo, terá representantes de cerca de 200 instituições do mundo, entre elas libanesas. As inscrições estão abertas.
Biotechnos fabrica usinas para produção de biodiesel e negocia exportação ao continente africano. Combustível pode ser feito com óleo residual de cozinha.
O País deve ter safra recorde e vender no exterior perto de 11 milhões de toneladas da commodity. Diante deste cenário, no entanto, os preços do produto começam a recuar.

