Em novembro de 2019, a tonelada da carne do Brasil foi vendida por valor 21,6% maior do que o negociado no mesmo mês de 2018. Especialistas explicam como a venda aos chineses pode impactar outros mercados, como o árabe.
Agronegócio
Receita do mês foi de US$ 537,5 milhões. Foram embarcadas 321,9 mil toneladas, alta de 3,1% em relação ao volume de novembro de 2018.
Dinheiro será usado para modernizar o controle de pragas e reestruturar serviços de sanidade animal e vegetal nos próximos cinco anos. Maior volume do recurso sairá do BID.
Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil prevê alta no faturamento do segmento no ano que vem.
Tereza Cristina participou de almoço com diplomatas na embaixada do Kuwait em Brasília. O presidente da Câmara Árabe, Rubens Hannun, e o vice-presidente de Relações Internacionais da entidade, Osmar Chohfi, também marcaram presença.
Representação diplomática do Brasil realizou encontro com os principais importadores e distribuidores de frutas do país árabe para ajudar a viabilizar exportações.
Tuffi e Marcia Bichara criaram no Circuito das Águas Paulista a Fazenda e Pousada Cafezal em Flor, onde recebem turistas para experiências no campo.
Empresa brasileira conseguiu habilitação para uma unidade na Colômbia exportar carne bovina para a Arábia Saudita.
Companhia Nacional de Abastecimento estima produção de 246,4 milhões de toneladas de grãos no ciclo 2019/2020, um aumento de 18,% sobre a colheita anterior.
Fórum Brasil África trouxe para São Paulo discussão sobre o desenvolvimento do continente e as possibilidades de cooperação com o País. Secretário-geral da Câmara Árabe foi um dos painelistas.
Brasil exportou 3,4 milhões de sacas no mês passado, um recuo de 13% sobre outubro de 2018. De janeiro a outubro, embarques avançaram 23%.
Empresas vão poder exportar carne bovina ao país árabe. Anúncio foi feito pela ministra da Agrícultura, Tereza Cristina.
País árabe esteve entre destinos que ajudaram a impulsionar as exportações brasileiras de carne bovina de janeiro a outubro.
Empresa de Guaratinguetá, no interior de São Paulo, produz dezesseis variedades do grão, mas se especializou no preto.

