Missão começa nesta sexta-feira e vai até 08 de setembro, passando também pela Turquia. Participam representantes de 25 empresas e entidades brasileiras do agronegócio.
Agronegócio
Setor faturou R$ 3,5 bilhões no ano passado, R$ 500 milhões acima que em 2016. País tem 17 mil registros de produtores de orgânicos.
Instituição de novos critérios de abate halal é um dos principais motivos. Arábia Saudita e Kuwait apresentaram redução de 28% e 11%, respectivamente. Emirados Árabes teve aumento de 7%.
Vendas externas do produto brasileiro somaram US$ 3,5 bilhões de janeiro a julho. Países árabes importaram o equivalente a US$ 514 milhões.
Fornecimento de adubos de países árabes ao mercado brasileiro somou US$ 830 milhões de janeiro a julho, com queda de 18,4%. País comprou mais da Rússia.
Brasil exportou o equivalente a US$ 59 bilhões de janeiro a julho. O valor é recorde para o período.
A indústria direcionou parte dos cortes que iam de unidades brasileiras para a Rússia à região. Mercado russo mantém embargo à carne bovina brasileira desde o final do ano passado.
No mês, foram exportadas 463,1 mil toneladas de carne de frango. A retomada das exportações após a greve do setor de transporte rodoviário de cargas e a normalização no fluxo de informações estatísticas de comércio exterior do Mdic resultaram no valor recorde.
A empresa brasileira produtora de ovos é a 12ª no ranking mundial, e exporta para quatro países há doze anos, incluindo os Emirados Árabes Unidos, que compram 75% do total vendido ao exterior.
Grupo de brasileiras ligadas ao segmento fará viagem a China e Emirados no final de outubro. No país árabe, elas terão encontro com representantes de associação local de empresárias. Inscrições para participar estão abertas.
A SFDA, que funciona como vigilância sanitária saudita, anunciou planos de lançar um centro de produtos e serviços halal. Objetivo é que ele seja referência mundial.
País colheu em média 2,3 toneladas de trigo e cevada por hectare na safra 2017/2018, volume histórico.
Certificação foi anunciada pelo ministro da Agricultura, Blairo Maggi, no Global Agribusiness Forum, em São Paulo. Ele acrescentou que a produção brasileira de grãos irá crescer 30% em dez anos.
Estudo da FGV aponta que Brasil precisa discutir nova política para comércio exterior em função da concentração de produtos na pauta e destinos.

