Saída de dólares do Brasil superou a entrada em US$ 1,6 bilhão no mês passado, segundo o Banco Central.
Economia
IBGE pesquisou a produção em 15 regiões do Brasil. Na maioria houve queda em março sobre fevereiro.
Pela primeira vez a Câmara Árabe traz uma empresa de setor de higiene à feira. O grupo Sukhtian, da Jordânia, com a marca Hi Geen, apresentou produtos como bronzeadores, protetor solar e cosméticos.
Vendas alcançaram 139,5 mil unidades de janeiro a abril deste ano, segundo a Anfavea.
Mercado financeiro estima crescimento de 1,49% para a economia brasileira em 2019, contra 1,70% na semana passada.
Após visita ao país, equipe do organismo disse que economia local começa a colher frutos de reformas, com crédito interno crescendo, melhora do emprego e do turismo. Preço do petróleo e investimentos devem estimular PIB.
O Brasil produziu 2,5 milhões de barris de petróleo e 111 milhões de metros cúbicos em gás por dia em março, segundo a ANP.
Recuo ocorreu no Brasil em março sobre fevereiro, segundo pesquisa do IBGE.
Foram comercializadas 1,244 milhão de unidades de janeiro a abril, entre automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus e motocicletas.
Importações brasileiras recuaram 1,2% em abril. Compras de bens de capital diminuíram 10%. Saldo foi o segundo maior para o mês.
País teve entradas de US$ 65,4 bilhões e gastos de US$ 58 bilhões de janeiro a março, o que resultou em superávit de US$ 7,4 bilhões.
Vendas externas somaram US$ 1,21 bilhão no primeiro bimestre. Importações recuaram, mas o país ainda acumula forte déficit comercial.
Cinco maiores companhias brasileiras controladas pela União lucraram quase R$ 70 bilhões em 2018. Petrobras foi o principal destaque.
Saldo negativo de março, no entanto, foi menor do que no mesmo mês de 2018.

