Grupo que está no Brasil visitou a fabricante de louças e metais sanitários em São Paulo. Pelo menos duas empresas informaram ter interesse em negociar com a companhia brasileira.
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Recuo foi de 1,4% em janeiro, na comparação com dezembro. Outros índices, porém, avançaram.
A colheita nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas chegará a 157,5 milhões de toneladas neste ano, com crescimento de 1,5% sobre 2011, segundo estimativa do IBGE.
As emissões feitas pelo Brasil no mercado de capitais somaram US$ 16,8 bilhões no primeiro bimestre, com alta de 50%. Além do governo, 16 empresas buscaram dinheiro fora do País.
Financiamento vai cobrir 68% do investimento em cinco parques no Nordeste. Capacidade instalada será de 139 megawatts.
Empresas que expõem na feira Revestir, em São Paulo, comemoram avanço da indústria da construção. Árabes que visitam a mostra podem fechar negócios nos próximos dias.
O economista Luiz Carlos Merege participará de conferência sobre a presença libanesa no mundo, na cidade de Jounieh, no país árabe. Ele falará sobre ações sociais da colônia no Brasil.
A segunda fase do Programa de Aceleração do Crescimento completou um ano e executou R$ 204 bilhões, segundo informações do governo federal. O valor representa 21% do previsto até 2014.
CEO da Câmara de Comércio Árabe Brasileira, Michel Alaby, fará palestra na próxima sexta-feira sobre como negociar no Oriente Médio e Norte da África.
O bom desempenho da safra associado aos preços elevados dos produtos agropecuários no mercado mundial fizeram com que o PIB do setor crescesse 3,9% no Brasil em 2011, acima do PIB geral do país.
Governo brasileiro negocia o estabelecimento de metas de desenvolvimento sustentável no texto final da conferência da ONU, que será realizada em junho, assim como ocorreu com os Objetivos do Milênio.
Ministro da Fazenda, Guido Mantega, culpa crise e diz que se o cenário internacional não tivesse piorado, a alta do Produto Interno Bruto seria próxima de 4%, mais do que os 2,7% registrados.
Representantes do setor de construção de quatro países árabes estão no Brasil para conhecer os produtos nacionais, como revestimentos e rochas. Materiais brasileiros ainda são pouco usados no Golfo.
A informação é do presidente da Organização Árabe do Turismo, Bandar Al Fuhaid. Segundo ele, o setor concentra 18% das perdas ocorridas desde o início dos protestos na região.

