Câmara Árabe criou comitê para localizar empresas brasileiras que possam fornecer para governos e instituições árabes durante a crise da covid-19. Buscas são principalmente de alimentos.
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Segundo a ABPA, houve queda nos embarques de frango com certificação halal neste período que precede o Ramadã. A Fambras também informou que as emissões do certificado halal de proteínas tiveram queda para diversos países.
Setores como os de transportes e portos precisaram se adaptar de forma ágil para não deixar o comércio parar durante a pandemia. A crise acabou acelerando o uso de soluções digitais no setor, segundo relatos de especialistas do Brasil e exterior que falaram em webinar na Câmara Árabe.
Governo convocou população a consumir produtos com disponibilidade interna, como trigo duro, e autorizou venda direta de farinha à população por moinhos.
Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) variou 4,31% em 2019, taxa superior à meta de 4,25% fixada pelo Banco Central, mas dentro da margem de tolerância.
A 2ª edição da mostra de alimentos e bebidas ocorre em fevereiro, em São Paulo, e já conta com 56% mais empresas inscritas. Acordo com a Apex-Brasil vai promover exportações do setor. Câmara Árabe participa.
Empresas associadas à entidade podem se inscrever para participar da maior feira de alimentos do Oriente Médio. Evento ocorre de 16 a 20 de fevereiro do ano que vem, em Dubai.
A Câmara Árabe e a embaixada do País no Cairo vão organizar um pavilhão e empresas podem se inscrever para participar. A mostra é uma das maiores do setor de alimentos no continente africano e ocorre de 09 a 11 de dezembro.
Pré-inscrições vão até o dia 11 de outubro. A feira ocorre em Dubai e é a principal do setor de alimentos e bebidas do Oriente Médio.
Câmara Árabe vai ter pavilhão na maior feira de alimentos do mundo, em Colônia, na Alemanha, de 05 a 09 de outubro. Haverá espaço para cinco expositores.
Emirado importou o equivalente a US$ 2,1 bilhões em 2018. Houve um pequeno recuo em comparação com 2017.
O veterinário Guilherme Costa foi reconduzido à presidência da comissão da ONU responsável por definir padrões internacionais dos alimentos.
O Comida Invisível junta a fome com a vontade de doar alimentos em bom estado à ONGs que querem receber. Plataforma atua no Brasil e quer expansão para outros países da América Latina.
Alimentos foram desenvolvidos pela Embrapa Pecuária Sul e podem ser consumidos por pessoas que não comem carne de porco.

