Chocolates sírios devem começar a ser exportados ao Brasil. Empresa de tâmaras da Tunísia está em conversas adiantadas para novos negócios. Esses são alguns dos resultados da participação de empresas árabes na feira paulistana, em espaço organizado pela Câmara Árabe.
chocolate
Duas marcas de chocolates da Síria, a Rollana e a Alvido, estão sendo apresentadas ao varejo brasileiro na feira Apas Show, que ocorre em São Paulo. Com bombons e wafers diversos, objetivo é distribuir produtos na América Latina, começando pelo Brasil.
Em entrevista ao ANBA Cast, o fundador da Espírito Cacau conta como a empresa se estabeleceu no mercado de chocolates premium e conquistou os consumidores árabes.
Marcas nacionais se destacam mundo afora e começam a ganhar também o gosto do consumidor dos países árabes. Arábia Saudita já é quinto destino do produto exportado pelo Brasil e em outros mercados da região, como Emirados, Catar, Kuwait, Omã e Bahrein, há fãs do chocolate nacional.
A diretora da American Trader, Pryscilla Rolim, e a diretora-geral da Raízes do Campo, Carla Guindani, falaram à ANBA sobre o processo de internacionalização da marca que centraliza o trabalho de diversas cooperativas agroecológicas pelo País e produz cafés, sucos, arroz, chocolates, entre outros produtos.
Chocolates bean to bar com a marca Cacaulândia estão em exposição na Rondônia Rural Show, que vai até sábado (27) em Ji-Paraná. Produtor já fez embarques ao exterior.
Opção tem se firmado no mercado justamente por ter menos lactose do que os leites de outros animais. Consultora especializada em alimentos e bebidas aponta tendências para esse produto, que ainda é premium.
A população de classes B e C do país do Norte da África consome biscoitos, balas e doces brasileiros de marcas como a Cory. Segundo trader, o Djibuti tem papel de reexportação na região.
Segundo o secretário-geral da Câmara Árabe, Tamer Mansour, a edição de 2022 foi uma das melhores e deve superar os resultados dos últimos cinco anos.
A empresa egípcia de doces procura expandir suas exportações para os mercados da África, Brasil e alguns países europeus.
A Covertina é uma empresa egípcia especializada na produção de chocolate. Seus produtos chegam a 25 países, entre eles Equador, Costa Rica e Panamá.
A Baldoni, empresa de mel e derivados, certificou seu principal produto como halal. A marca mira mercado árabe e pretende triplicar vendas.
Edição limitada do chocolate está à venda na loja virtual da Mission Chocolate. A fundadora da marca, Arcelia Gallardo, lançou a barra com leite de camela dentro do projeto que vai homenagear povos que formam o Brasil, começando pela comunidade árabe.
Para garantir qualidade, companhias brasileiras de chocolate premium buscam comprar direto de produtores de cacau. Movimentos são conhecidos como ‘bean to bar’ e ‘tree to bar’.

