Estimativa de superávit em 2019 subiu de US$ 50,1 bilhões para US$ 56,7 bilhões. No entanto, há projeção de queda nas exportações e nas importações.
exportação
Faturamento do setor de bens de capital somou R$ 7,2 bilhões no mês. Exportações avançaram 43%.
País exportou 3,5% menos nos cinco primeiros meses deste ano. Importações caíram 3,1% no mesmo período.
País produziu 912,6 milhões de dúzias, um aumento de 6% sobre o mesmo período de 2018. Emirados Árabes são o principal mercado no exterior.
Brasil embarcou 1,1 milhão de pares ao país árabe de janeiro a maio, um crescimento de 96% sobre o mesmo período do ano passado.
Foram embarcadas 730 mil sacas à região de janeiro a maio, um aumento de 52% sobre o mesmo período de 2018. Vendas deram salto no mês passado.
Foram fabricadas 276 mil unidades em maio, um aumento de 30% sobre o mesmo mês do ano passado. Número de trabalhadores da indústria automotiva recuou 1,8% na mesma comparação.
Brasil registrou superávit de US$ 6,4 bilhões em maio, resultado de exportações de US$ 21,4 bilhões e importações de US$ 15 bilhões.
Vendas externas somaram mais de US$ 1 bilhão. É a primeira vez que esta marca é superada em 63 meses.
Exportações de membros do bloco aumentaram apenas 0,4% no primeiro trimestre, e as importações caíram 1,2%. Organização aponta impacto negativo da guerra comercial entre EUA e China.
Índice medido pela OMC aponta crescimento abaixo das tendências de médio prazo, e desempenho dos três primeiros meses do ano pode se repetir.
Brasil embarcou o equivalente a US$ 8,57 bilhões no mês passado. No acumulado do ano, porém, vendas estão em alta de 0,2%.
País responde por 25% do comércio global do produto. Há 10 anos, participação era de apenas 1%, segundo a FAO.
Brasil embarcou para a região o equivalente a US$ 212 milhões, um aumento de 60% sobre o mesmo mês de 2018. Desempenho reflete a formação de estoques para o Ramadã.

