O Brasil exportou 5,9 mil toneladas de maçãs aos países árabes entre janeiro e outubro deste ano, com crescimento de 20% sobre 2009. As vendas totais de maçã do país devem recuar neste ano.
Autor: Isaura Daniel
A receita das exportações ficou em US$ 7,4 bilhões entre janeiro e outubro deste ano, 18,8% maior do que os US$ 6,2 bilhões do mesmo período do ano passado, mas inferior aos US$ 10,3 bilhões de 2008.
Mesmo com possibilidade de recuo na produção brasileira de soja e milho, exportadores devem tentar manter o atendimento ao mercado árabe. As vendas externas de milho vão cair pela metade.
A Apex e a Associação Comercial de São Paulo promovem, em 08 e 09 de dezembro, encontros entre comerciais exportadoras do Brasil e importadores do Oriente Médio. As inscrições estão abertas.
Aquisições de empresas brasileiras por estrangeiros movimentaram R$ 47,6 bilhões entre janeiro e setembro, e representaram 32,9% das operações do gênero ocorridas no país no período.
Na próxima semana, representantes de 40 países estarão no Rio de Janeiro para discutir geração de energia e desenvolvimento a partir de projetos de usinas hidrelétricas. Países árabes vão participar.
A medida da Camex, de isentar o produto de imposto de importação, passou a valer para algodão com desembaraço aduaneiro de outubro a maio, e vai beneficiar exportadores como Estados Unidos e Egito.
O açúcar está com os preços mais altos dos últimos 30 anos, a cotação da soja voltou a patamares de 2008. Estes movimentos injetam mais dinheiro no campo no Brasil e devem incentivar a produção.
O grupo Randon deve totalizar investimentos de R$ 200 milhões até o final do ano, o que aumentará sua capacidade entre 8% e 10% e ajudará a suportar um possível aumento de demanda no ano que vem.
A previsão é do novo presidente da Abiec, Antonio Camardelli, que assumiu a entidade há um mês. Em outubro houve aumento de receita e queda de volume, em função da alta nos preços do gado.
O Tecnosinos, parque que reúne 55 empresas brasileiras e estrangeiras de tecnologia em São Leopoldo, começou aproximação com o Dubai Silicon Oasis, zona franca tecnológica de Dubai, para intercâmbio.
Pesquisa da Federação Brasileira de Bancos indica que o saldo da balança comercial passará de US$ 15,7 bilhões neste ano para US$ 8 bilhões em 2011, influenciado principalmente pela maior importação.
As vendas do produto brasileiro ao mercado árabe saíram de uma receita de US$ 162,9 milhões nos primeiros nove meses de 2009 para US$ 241,6 milhões no mesmo período deste ano.
A venda de calçados ao mercado saudita rendeu US$ 10 milhões ao Brasil entre janeiro e setembro deste ano, com crescimento de 86%. Houve aumento do preço médio do produto vendido ao país árabe.

