Balança comercial registra superávit de US$ 1 bi

Nas duas primeiras semanas de fevereiro, com seis dias úteis, o Brasil teve US$ 4,8 bilhões em exportações e US$ 3,8 bilhões em importações.

Da Redação
anba@anba.com.br

São Paulo – As duas primeiras semanas de fevereiro, com seis dias úteis, apresentaram um superávit de US$ 1,069 bilhão na balança comercial brasileira, com US$ 4,865 bilhões exportados e US$ 3,795 bilhões em importações, de acordo com relatório divulgado pelo Ministério da Economia nesta segunda-feira (11). No acumulado do ano, as exportações somam US$ 23,444 bilhões e as importações, US$ 20,182 bilhões, um saldo positivo de US$ 3,262 bilhões.

Comparando a média até a segunda semana de fevereiro deste ano, de US$ 810,8 milhões, com a de 2018, houve queda de 14,2% devido à baixa nas vendas de produtos manufaturados e semimanufaturados. A comercialização dos primeiros caiu 27,5%, somando US$ 319 milhões diários em função, principalmente, de plataforma de extração de petróleo, automóveis de passageiros, óleos combustíveis, tratores e veículos de carga. A queda nas exportações de semimanufaturados foi de 12,1%, com US$ 110,1 milhões, por conta de celulose, ferro fundido bruto e ferro spiegel, óleo de soja em bruto, açúcar de cana em bruto e semimanufaturados de ferro/aço.

Por outro lado, as vendas de produtos básicos tiveram crescimento de 0,6%, com média diária de US$ 381,7 milhões, devido à soja em grãos, milho em grãos, algodão em bruto, café em grãos, carnes bovina e de frango e fumo em folhas.

Em relação a janeiro de 2019, houve queda de 4%.  Caíram em 17,1% as vendas de produtos semimanufaturados, para US$ 110,1 milhões; e 4,4% as exportações de manufaturados, para US$ 319 milhões. Subiram as vendas de produtos básicos em 1%, para US$ 381,7 milhões.

A média diária das importações até a segunda semana de fevereiro foi de US$ 632,6 milhões, valor 21% menor que a média de fevereiro de 2018. Diminuíram os gastos com combustíveis e lubrificantes, de veículos automóveis e partes, de instrumentos médicos de ótica e precisão, de equipamentos mecânicos e de equipamentos eletroeletrônicos.

Sobre janeiro deste ano, também foi registrada queda de 15,1% nas importações em razão da baixa nas compras de bebidas e álcool, de combustíveis e lubrificantes, de instrumentos médicos de ótica e precisão, de veículos automóveis e partes e de equipamentos eletroeletrônicos.

Marcos Porto/Porto de Itajaí

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