Emirates News Agency Abu Dhabi (Emirados Árabes Unidos) – Os países produtores de petróleo do Oriente Médio devem investir US$ 300 bilhões nos próximos 20 anos para aumentar a capacidade produtiva dos setores de petróleo, gás natural e de produtos petroquímicos. Saeed Khouri, presidente do conselho da Exposição e Conferência Internacional sobre Petróleo de Abu
Economia
Ontem a Agência Internacional de Energia informou que a alta nos preços da commodity já afeta negativamente a economia internacional.
A 11ª edição da Exposição e Conferência sobre Petróleo de Abu Dhabi terminou ontem. Para o próximo ano, os organizadores esperam a participação de mais países, entre eles o Brasil.
A companhia gaúcha tomou a iniciativa após o 6º Encontro de Embaixadores, realizado em Porto Alegre com a participação de diplomatas árabes. A Speed Way faz transporte internacional e assessoria aduaneira para cerca de 250 empresas, 70% delas de grande porte, e tem 1% do seu faturamento atrelado aos envios para o Oriente Médio e norte da África.
Entre janeiro e setembro os embarques somaram US$ 2,224 bilhões, contra US$ 1,434 bilhão no mesmo período de 2003. A participação da região nas vendas externas do setor passou de 6,4% para 7,4% do total. Para a África, a agropecuária brasileira vendeu US$ 1,613 bilhão nos primeiros nove meses, ante US$ 1,056 bilhão no mesmo período do ano passado.
A Gasco, subsidiária da petrolífera estatal Adnoc, dos Emirados Árabes Unidos, vai desenvolver dois novos projetos para produção de gases condensados.
A avaliação foi feita pela Global Invest com base nos números de agosto divulgados pelo IBGE. No oitavo mês do ano, o setor teve resultado positivo pela sexta vez consecutiva e, no acumulado de 2004, já registrou um crescimento histórico.
Embarques renderam US$ 73,338 bilhões até a segunda semana de outubro, contra US$ 73,084 bilhões em todo o ano passado.
A indústria gaúcha fez o caminho inverso da maioria das empresas: abriu as portas para o mercado externo para depois investir no interno. O que motivou a BRV a nascer exportadora foi a descoberta de um segmento até então pouco explorado pelas fábricas nacionais: os pequenos varejistas e distribuidores internacionais. Os árabes compram entre 8% e 10% da produção, mas o volume deve dobrar até maio de 2005.
Arábia Saudita, Bahrein, Catar, Emirados Árabes Unidos, Kuwait e Omã passarão dos atuais 3,97 milhões de barris refinados ao dia para 7,13 milhões. Também o número de refinarias deve sair de 19 para 23. Um estudo realizado pelo Banco Industrial dos Emirados (EIB) recomenda que as companhias petrolíferas árabes, grande parte públicas, façam parcerias com o capital privado.
A Feira Internacional de Máquinas, Matérias-primas e Acessórios para a Indústria Moveleira (Fimma), que ocorre em março do próximo ano, em Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul, vai levar mil marceneiros de forma gratuita à mostra. Eles terão crédito pré-aprovado pelo Banco do Brasil para comprar máquinas e matérias-primas.
O órgão vai repassar R$ 1,5 milhão ao Ministério da Defesa para que desenvolva projetos de melhoria e construção de portos no Amazonas.
O convênio foi assinado nesta sexta-feira no Rio de Janeiro. A intenção é fortalecer ainda mais a participação dos pequenos empreendedores no fornecimento às companhias de petróleo e gás do país.
O sucesso obtido pelo país na emissão de títulos no mercado internacional na quarta-feira abre espaço para que o setor privado faça o mesmo. De acordo com analistas, o saldo positivo da balança comercial e o superávit primário são os fatores que mais pesaram na melhoria da percepção da economia do Brasil.

