Anúncio foi feito no último dia de visita do presidente da instituição, Jim Yong Kim. Dinheiro será utilizado para financiar pequenas empresas e criação de empregos.
Economia
Cálculo sobre o impacto anual da redução do preço da energia foi feito pela Fiesp. Entidade ressalta ganho para a competitividade das empresas.
Confederação Nacional da Indústria avalia que queda no preço da energia e desoneração da folha vão provocar baixa nos custos. No ano passado, porém, houve aumento.
Acordo com a norte-americana Republic Airways inclui encomenda de 47 jatos comercias com opção de compra de mais 47.
País quer substituir dutos antigos por novos para aumentar a capacidade de exportação dos campos da região sul. Construção deve custar US$ 650 milhões.
Pela primeira vez os investimentos estrangeiros diretos nos países em desenvolvimento superaram o total aplicado nas nações desenvolvidas. Fluxo mundial, no entanto, caiu 18% em relação a 2011.
Maior usina solar do mundo foi tema de programa na GloboNews em setembro de 2012. Canal pago irá reprisar a atração às 23h30 desta quarta-feira (23).
Ingressos líquidos no setor produtivo em 2012 só foram menores do que os de 2011. A área de serviços foi a que mais recebeu recursos, incentivada pelo mercado interno.
Atualização do relatório Perspectiva Econômica Mundial prevê que o PIB global irá se expandir somente 3,5% em 2013. Projeções do Brasil e dos países árabes também foram revisadas para baixo.
Companhia aérea de Abu Dhabi registrou ganhos pelo segundo ano consecutivo. Resultados financeiros serão divulgados em fevereiro.
Ministro do Turismo afirmou que receitas obtidas pelo setor em 2012 cresceram 13% e que o país deverá se aproximar neste ano da mesma quantidade de visitantes que recebia antes da Primavera Árabe.
Banco brasileiro de fomentos liberou US$ 156 bilhões em financiamentos no ano passado. Indústria e infraestrutura lideraram tomada de recursos.
A Masterink produz máquinas de remanufatura de cartuchos para impressoras. Empresa vende para 35 países, incluindo árabes.
A fabricante brasileira de aviões e a italiana AgustaWestland pretendem fabricar no Brasil aparelhos para os setores de petróleo e gás, transporte executivo e militar. Serão concorrentes da Helibrás.

