As vendas do Brasil para o mundo árabe ficaram em US$ 970,5 milhões no último mês. No bimestre, elas cresceram 1,86%, com mais envios de carnes e açúcar, mas menos de minério e cereais.
Economia
Focado nas micro e pequenas empresas, entra em vigor, em abril, o Plano Nacional da Cultura Exportadora. Meta é elevar entre 10% e 15% ao ano, a partir de 2013, o número de exportadores no segmento.
Recuo foi de 1,4% em janeiro, na comparação com dezembro. Outros índices, porém, avançaram.
As emissões feitas pelo Brasil no mercado de capitais somaram US$ 16,8 bilhões no primeiro bimestre, com alta de 50%. Além do governo, 16 empresas buscaram dinheiro fora do País.
Financiamento vai cobrir 68% do investimento em cinco parques no Nordeste. Capacidade instalada será de 139 megawatts.
O economista Luiz Carlos Merege participará de conferência sobre a presença libanesa no mundo, na cidade de Jounieh, no país árabe. Ele falará sobre ações sociais da colônia no Brasil.
A segunda fase do Programa de Aceleração do Crescimento completou um ano e executou R$ 204 bilhões, segundo informações do governo federal. O valor representa 21% do previsto até 2014.
Ministro da Fazenda, Guido Mantega, culpa crise e diz que se o cenário internacional não tivesse piorado, a alta do Produto Interno Bruto seria próxima de 4%, mais do que os 2,7% registrados.
A informação é do presidente da Organização Árabe do Turismo, Bandar Al Fuhaid. Segundo ele, o setor concentra 18% das perdas ocorridas desde o início dos protestos na região.
Mineradora brasileira inaugurou oficialmente suas instalações no Porto de Sohar. O complexo tem duas usinas de pelotização de minério de ferro e um centro de distribuição.
Um grupo com sete jornalistas irá para a Tunísia a convite da operadora Tunísia Tur. A viagem ocorre a partir de 8 de março, em colaboração com o Ministério do Turismo do país árabe e Alitalia.
Faturamento das empresas em 2011 foi de R$ 43,7 bilhões e poderá chegar a R$ 46 bilhões no fim deste ano.
A fabricante de calçados enviou 42,5 milhões de pares de calçados ao mercado externo em 2011, com queda de 22% sobre o ano anterior. O recuo era esperado.
Presidentes e diretores executivos de empresas não precisam mais de convite de uma companhia saudita para obter o documento, que passa a ter validade de um ano e dar direito a múltiplas entradas.

