O estande da Câmara Árabe na Feira do Cairo, que terminou sexta-feira, foi procurado por gente como Zaki El Sewedy, dono do Grupo El Sewedy, uma das maiores empresas egípcias, que está investindo US$ 5 milhões em uma fábrica no Brasil.
Oportunidades de Negócios
Durante o Fórum Brasil-Sudão, realizado em Cartum, representantes do governo, entidades setoriais e empresas do Brasil falaram sobre o ramo agropecuário no país e as oportunidades de negócios. Eles também se encontraram com os ministros das Relações Exteriores e dos Investimentos.
Os países do Conselho de Cooperação do Golfo vão abrir concorrência para a construção da terceira e última fase da rede que interligará a transmissão de energia na região. Com o projeto, se faltar eletricidade em um país a demanda poderá ser suprida por outro.
O evento começou hoje na capital sudanesa com representantes dos governos e do setor privado dos dois países. Hoje os sudaneses falaram do potencial do país na área agrícola. Amanhã será a vez dos brasileiros.
O estande do Brasil na Feira Internacional do Cairo recebeu cerca de cem contatos até ontem. Os produtos do país atraem o interesse por terem melhor qualidade do que os asiáticos, pelo aumento do preço de mercadorias chinesas e pela baixa oferta de itens europeus e norte-americanos.
Algérie Presse Service* Argel – A Agência Nacional de Promoção do Comércio Exterior da Argélia (Algex) criou um programa chamado Optimexport para dar apoio às exportações não petrolíferas do país. O programa, que entrará em operação em maio, inclui um fundo que auxiliará empresas a participar de feiras internacionais e também fará o acompanhamento do desenvolvimento
Representantes dos governos e do setor privado dos dois países vão se reunir para falar de oportunidades de negócios e parcerias no ramo agropecuário. Segundo o embaixador sudanês Rahamtalla Osman, seu país tem grande potencial agrícola, mas precisa de know-how, tecnologia e maquinário.
Um dos visitantes que passou pelo estande da Câmara Árabe na Feira Internacional do Cairo foi o empresário Heydar Maktabi, da empresa libanesa Hassan Maktabi & Sons, trader de tapetes orientais. Ele tem interesse de participar de feiras no Brasil para apresentar seus produtos.
A marca de calçados femininos Piccadilly vai colocar nas vitrines, na próxima estação, sapatos que têm embaixo da palmilha uma manta de infravermelhos longos. O produto traz uma série de benefícios à saúde, como a ajuda na circulação sanguínea. Apresentado na GDS, feira da Alemanha, neste mês, o produto fez sucesso entre os importadores árabes.
Todos os vergalhões utilizados nas obras do país são importados, inclusive do Brasil, onde figuram como o quinto item da pauta. A medida vale também para a importação de cimento. O objetivo do governo local é ampliar a oferta de produtos e reduzir a pressão inflacionária.
Na Feira Internacional do Cairo, que começou ontem, cerca de 20 empresários visitaram o estande da Câmara Árabe em busca de informações dos setores de cosméticos, maquinário agrícola e ferramentas.
Da redação* São Paulo – A Arábia Saudita vai investir US$ 60 bilhões nos próximos 20 anos no abastecimento de água. Segundo o subsecretário de Planejamento e Desenvolvimento do Ministério das Águas e Energia Elétrica, Luai Almuslem, a demanda por água no país aumenta 6% a cada ano. As informações foram publicadas hoje (18) no
Uma comitiva de lideranças gaúchas esteve nos Emirados Árabes no último mês, onde negociou exportação de arroz do estado para o país e a atração de investimentos locais ao Porto de Rio Grande. O porto é o terceiro maior do Brasil em movimentação de contêineres.
O evento, que é multissetorial, vai contar com a participação institucional da Câmara Árabe. O Egito é um dos principais parceiros comercias do Brasil no mercado árabe. No ano passado, foi o segundo maior importador de produtos brasileiros, com US$ 1,24 bilhão.

