A Full Gauge fabrica instrumentos para sistemas de refrigeração e aquecimento solar. A empresa gaúcha fez sua primeira exportação para os Emirados Árabes em março e pretende ampliar as vendas para os árabes em 25% neste ano. Ela já exporta para Arábia Saudita, Argélia, Egito, Jordânia, Iraque e Líbano, na região.
Oportunidades de Negócios
O diretor executivo da Abiec, Marcio Caparroz, está no país árabe para consolidar e estreitar os laços com compradores locais. Já o diretor executivo da Abimo, Hely Maestrello, vai fazer uma visita de prospecção do mercado. Eles também vão visitar a Feira Internacional de Trípoli, capital, que começa quarta-feira.
O estande da Câmara Árabe na Feira do Cairo, que terminou sexta-feira, foi procurado por gente como Zaki El Sewedy, dono do Grupo El Sewedy, uma das maiores empresas egípcias, que está investindo US$ 5 milhões em uma fábrica no Brasil.
Durante o Fórum Brasil-Sudão, realizado em Cartum, representantes do governo, entidades setoriais e empresas do Brasil falaram sobre o ramo agropecuário no país e as oportunidades de negócios. Eles também se encontraram com os ministros das Relações Exteriores e dos Investimentos.
Os países do Conselho de Cooperação do Golfo vão abrir concorrência para a construção da terceira e última fase da rede que interligará a transmissão de energia na região. Com o projeto, se faltar eletricidade em um país a demanda poderá ser suprida por outro.
O evento começou hoje na capital sudanesa com representantes dos governos e do setor privado dos dois países. Hoje os sudaneses falaram do potencial do país na área agrícola. Amanhã será a vez dos brasileiros.
O estande do Brasil na Feira Internacional do Cairo recebeu cerca de cem contatos até ontem. Os produtos do país atraem o interesse por terem melhor qualidade do que os asiáticos, pelo aumento do preço de mercadorias chinesas e pela baixa oferta de itens europeus e norte-americanos.
Algérie Presse Service* Argel – A Agência Nacional de Promoção do Comércio Exterior da Argélia (Algex) criou um programa chamado Optimexport para dar apoio às exportações não petrolíferas do país. O programa, que entrará em operação em maio, inclui um fundo que auxiliará empresas a participar de feiras internacionais e também fará o acompanhamento do desenvolvimento
Representantes dos governos e do setor privado dos dois países vão se reunir para falar de oportunidades de negócios e parcerias no ramo agropecuário. Segundo o embaixador sudanês Rahamtalla Osman, seu país tem grande potencial agrícola, mas precisa de know-how, tecnologia e maquinário.
Um dos visitantes que passou pelo estande da Câmara Árabe na Feira Internacional do Cairo foi o empresário Heydar Maktabi, da empresa libanesa Hassan Maktabi & Sons, trader de tapetes orientais. Ele tem interesse de participar de feiras no Brasil para apresentar seus produtos.
A marca de calçados femininos Piccadilly vai colocar nas vitrines, na próxima estação, sapatos que têm embaixo da palmilha uma manta de infravermelhos longos. O produto traz uma série de benefícios à saúde, como a ajuda na circulação sanguínea. Apresentado na GDS, feira da Alemanha, neste mês, o produto fez sucesso entre os importadores árabes.
Todos os vergalhões utilizados nas obras do país são importados, inclusive do Brasil, onde figuram como o quinto item da pauta. A medida vale também para a importação de cimento. O objetivo do governo local é ampliar a oferta de produtos e reduzir a pressão inflacionária.
Na Feira Internacional do Cairo, que começou ontem, cerca de 20 empresários visitaram o estande da Câmara Árabe em busca de informações dos setores de cosméticos, maquinário agrícola e ferramentas.
Da redação* São Paulo – A Arábia Saudita vai investir US$ 60 bilhões nos próximos 20 anos no abastecimento de água. Segundo o subsecretário de Planejamento e Desenvolvimento do Ministério das Águas e Energia Elétrica, Luai Almuslem, a demanda por água no país aumenta 6% a cada ano. As informações foram publicadas hoje (18) no

