Brasil exportou quase 19 mil toneladas no ano passado, um crescimento de 53,5% sobre 2014. Emirados Árabes Unidos foram principal mercado.
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Receita do Brasil com embarques do setor foi de US$ 88,22 bilhões, 8,8% menor do que em 2014. Ministério da Agricultura avalia que desempenho foi bom para um período de desaceleração econômica.
Brasil registrou saldo negativo de US$ 150 milhões na semana passada, resultado de exportações de US$ 2,922 bilhões e importações de US$ 3,072 bilhões.
Previsão é do Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central com as perspectivas de instituições financeiras para a economia do Brasil. projeção é de retração de 2,99% em 2016.
Imigrantes árabes participam da plataforma Migraflix, que promove cursos rápidos ministrados por estrangeiros de baixa renda no Brasil. Culinária, arte, música, dança e moda estão entre os temas ensinados nas aulas.
Valorização do dólar frente ao real traz expectativa de aumento das exportações nos próximos meses. Feira Couromoda, que ocorre em São Paulo, receberá importadores de 60 países.
Ajuda financeira será liberada quando governo de união nacional tomar posse, disse a chefe da diplomacia do bloco, Federica Mogherini.
Kátia Abreu, da Agricultura, pretende usar o dinheiro de parte da venda do estoque de grãos para fortalecer caixa do seguro agrícola.
Representante brasileiro no FMI afirma que Joaquim Levy será o diretor financeiro da instituição.
Em comunicado, petrolífera estatal saudita afirmou que medida é parte do processo de reformas colocado em prática pelo país árabe.
Índice é o mais alto desde 2002. Segundo pesquisa, no ano passado o brasileiro pagou mais caro ‘por todos os grupos de produtos e serviços que compõem o custo de vida’.
Tensão nos mercados do país asiático volta a pressionar cotação da moeda no Brasil. Bolsa de valores de São Paulo fechou em queda.
Em 2015, retiradas excederam as aplicações em R$ 53,568 bilhões, o pior desempenho desde 1995.
Índice de preços medido pela FAO recuou 19% em 2015. Todos os grupos de produtos ficaram mais baratos em função do excesso de oferta e do fraco desempenho da economia mundial.

