Brasil produziu 908 milhões de duzias, uma queda de 3% em relação aos três últimos meses de 2018. Exportações aos árabes cresceram.
Agronegócio
Vendas do produto aos países árabes somaram 554,6 mil sacas de janeiro a abril. Receita cresceu 8%, para US$ 66,2 milhões, segundo o Cecafé.
País responde por 25% do comércio global do produto. Há 10 anos, participação era de apenas 1%, segundo a FAO.
Brasil embarcou para a região o equivalente a US$ 212 milhões, um aumento de 60% sobre o mesmo mês de 2018. Desempenho reflete a formação de estoques para o Ramadã.
Conab prevê que a produção do grão pode chegar a 95 milhões de toneladas no ciclo 2018/2019.
Levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento estima produção em 33,58 bilhões de litros na safra 2018/2019, um aumento de 23% sobre o ciclo anterior.
A meta foi apresentada pelo presidente do Centro de Multi Commodities de Dubai (DMCC), Ahmed Bin Sulayem, durante o Global Business Forum para a América Latina, no Panamá.
Secretário nacional de Aquicultura e Pesca, Jorge Seif Júnior, disse que está determinado a incluir o Brasil entre os principais produtores internacionais de pescados.
A Companhia Nacional de Abastecimento e o IBGE divulgaram suas projeções de safra. Os dois esperam crescimento.
País exportou 429 mil sacas de 60 quilos à região no primeiro trimestre, um aumento de 39% sobre o mesmo período do ano passado.
Carne de frango não precisa mais ser acompanhada do abate ao embarque por veterinário habilitado pelo país. Presidente da Câmara Árabe estima redução de 10% no custo das vendas.
Foram embarcadas 340,5 mil toneladas, volume 9,5% inferior ao do mesmo mês de 2018. Emirados e Catar, no entanto, compraram mais, e preço médio aumentou.
Receita do segmento chegou a R$ 4 bilhões no ano passado, segundo o Ministério da Agricultura. Área plantada no País está em 1,1 milhão de hectares.
Tereza Cristina afirmou que o Brasil é amigo das nações da região e que vai se esforçar para manter e ampliar as relações.

