Da Agência CNI Rio Branco – Começa amanhã (24), em Rio Branco, capital do Acre, o encontro Fazendo Negócios Acre – Brasil e Peru, no auditório da Federação das Indústrias do Estado do Acre (Fieac). Cerca de 70 empresários e políticos compõem a comitiva do Peru. O evento é uma retribuição da visita feita pela comitiva do
Oportunidades de Negócios
A afirmação é de Mohamed Fahmy Ibrahim, Relações Públicas da Feira Internacional do Cairo, da qual participam associações e empresas brasileiras. Segundo ele, o Brasil pode crescer no mercado egípcio se ocupar papel intermediário entre as indústrias européias, que têm qualidade e preços altos, e as asiáticas, com preços e qualidades baixos.
As indústrias nacionais que participam da Feira do Cairo, que começou no domingo, estão otimistas com os contatos realizados. A Tangará, fabricante de leite em pó, já fez cerca de 25 contatos. A Starrett, indústria de serras, terá hoje um encontro com um distribuidor egípcio do ramo.
No dois primeiros dias da Feira Internacional do Cairo foram realizados 50 contatos comerciais no estande brasileiro, organizado pela Câmara Árabe. A Abiec promoveu ontem um churrasco promocional na capital egípcia.
A NY Looks, sediada em Mogi Guaçu, interior de São Paulo, investiu US$ 778 mil na nova unidade, criada em parceria com a companhia egípcia International Projects & Investment. Com uma capacidade de produção de 70 mil unidades por dia, a planta produz gels e cremes para cabelos.
Além das empresa Tangará e Starrett do Brasil, farão parte do estande organizado pela Câmara de Comércio Árabe Brasileira, entidades que representam o setor de carnes do país. A feira multissetorial, que começa no domingo, é uma das mais importantes do Norte da África.
Este foi o valor aplicado no ano passado por investidores da Arábia Saudita no mercado financeiro internacional. Para o superintendente da Associação Nacional de Instituições do Mercado Financeiro, Paulo Sampaio, que participou de missão ao país árabe no final de semana, é possível atrair capitais sauditas para papéis brasileiros no médio prazo.
O J.Macêdo, do Ceará, é o segundo maior moinho do Brasil e fábrica uma ampla linha de produtos alimentícios. O grupo tem também fábricas de transformadores elétricos e de tintas e faturou R$ 1,1 bilhão em 2005. Apesar do tamanho, só agora a empresa decidiu começar a exportar de forma contínua.
O embaixador do Brasil em Riad, Isnard Penha Brasil Júnior, fez uma avaliação positiva da missão que esteve no país árabe, no final de semana, para divulgar o mercado de capitais brasileiro. Outros setores também chamaram a atenção. O príncipe Waleed Bin Talal, um dos maiores empresários sauditas, disse estar interessado em áreas como agroindústria, petroquímica e bens de capital.
Os investimentos serão realizados até 2008 para melhorar o trânsito na cidade, que é marcado por congestionamentos. Entre as medidas estão a construção do metrô, que vai custar US$ 4,1 bilhões, obras viárias e a compra de ônibus novos, inclusive luxuosos.
Representantes do governo e do setor privado vão estar na Arábia Saudita neste final de semana para mostrar o funcionamento e o tamanho desse mercado. Eles vão se reunir com autoridades e empresários do país. Este ano a Bolsa de Valores de São Paulo já movimentou R$ 108,4 bilhões em negócios.
Assadeiras e formas fabricadas no Brasil estão ajudando os árabes a fazer seus pães e bolos. Um grupo de 10 indústrias de máquinas e equipamentos para padarias e confeitarias está vendendo os produtos para os Emirados e a Arábia Saudita. Elas formam o consórcio Brazilian Bakery Equipment, que já exporta para 22 países.
A fábrica, que fica no interior de São Paulo, exporta calçados infantis para a região há cinco anos. Os principais produtos embarcados são sandálias, tênis e sapatos fechados. Na lista de importadores estão Líbano, Kuwait, Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita.
A Dubai Studio City terá infra-estrutura para abrigar empresas de toda a cadeia produtiva do cinema e da televisão. Ela vai contar com estúdios, laboratórios, escritórios, entre outras instalações. A primeira fase está prevista para ser entregue no primeiro trimestre de 2007.

