Estes são os eventos que terão a participação da Câmara Árabe. A novidade este ano é a Automechanika Gulf, mostra voltada para o setor de autopeças, que será realizada em Dubai, nos Emirados Árabes. Entre as tradicionais estão as Feiras de Argel e de Damasco, que são multissetorias, a Index, de móveis, e a Big 5 Show, de material de construção.
Oportunidades de Negócios
A empresa de Dubai está levando adiante seis projetos imobiliários no Marrocos. Entre eles está um complexo residencial, comercial e de lazer nas montanhas Atlas. A Emaar assinou recentemente um memorando de entendimento com o governo marroquino.
A avaliação é do secretário-geral da Câmara Árabe, Michel Alaby, sobre o desempenho das empresas brasileiras que participaram do evento. Os frigoríficos reforçaram suas relações com os clientes, a Tangará, que fabrica leite em pó, espera fechar negócios com uma grande empresa egípcia e a Starret, indústria de serras, nomeou um distribuidor.
A fabricante de laticínios, que participa da Feira do Cairo, esteve na sede de uma das maiores empresas de laticínios do Egito e tem perspectiva de fechar negócios com ela. Já ficou acertado o envio de amostras. Também a Starret, fabricante brasileira de serras, conseguiu um distribuidor para os seus produtos no Egito.
Yemen News Agency* Sanaa – O ministro do Turismo do Iêmen, Nabeel Al-Faqih, disse que o setor de turismo terá um papel importante no desenvolvimento econômico do país, criando oportunidades de emprego e combatendo a pobreza. De acordo com Al-Faqih, o ministério está incentivando investimentos locais e estrangeiros e parcerias entre os setores público e privado
Da Agência CNI Rio Branco – Começa amanhã (24), em Rio Branco, capital do Acre, o encontro Fazendo Negócios Acre – Brasil e Peru, no auditório da Federação das Indústrias do Estado do Acre (Fieac). Cerca de 70 empresários e políticos compõem a comitiva do Peru. O evento é uma retribuição da visita feita pela comitiva do
A afirmação é de Mohamed Fahmy Ibrahim, Relações Públicas da Feira Internacional do Cairo, da qual participam associações e empresas brasileiras. Segundo ele, o Brasil pode crescer no mercado egípcio se ocupar papel intermediário entre as indústrias européias, que têm qualidade e preços altos, e as asiáticas, com preços e qualidades baixos.
As indústrias nacionais que participam da Feira do Cairo, que começou no domingo, estão otimistas com os contatos realizados. A Tangará, fabricante de leite em pó, já fez cerca de 25 contatos. A Starrett, indústria de serras, terá hoje um encontro com um distribuidor egípcio do ramo.
No dois primeiros dias da Feira Internacional do Cairo foram realizados 50 contatos comerciais no estande brasileiro, organizado pela Câmara Árabe. A Abiec promoveu ontem um churrasco promocional na capital egípcia.
A NY Looks, sediada em Mogi Guaçu, interior de São Paulo, investiu US$ 778 mil na nova unidade, criada em parceria com a companhia egípcia International Projects & Investment. Com uma capacidade de produção de 70 mil unidades por dia, a planta produz gels e cremes para cabelos.
Além das empresa Tangará e Starrett do Brasil, farão parte do estande organizado pela Câmara de Comércio Árabe Brasileira, entidades que representam o setor de carnes do país. A feira multissetorial, que começa no domingo, é uma das mais importantes do Norte da África.
Este foi o valor aplicado no ano passado por investidores da Arábia Saudita no mercado financeiro internacional. Para o superintendente da Associação Nacional de Instituições do Mercado Financeiro, Paulo Sampaio, que participou de missão ao país árabe no final de semana, é possível atrair capitais sauditas para papéis brasileiros no médio prazo.
O J.Macêdo, do Ceará, é o segundo maior moinho do Brasil e fábrica uma ampla linha de produtos alimentícios. O grupo tem também fábricas de transformadores elétricos e de tintas e faturou R$ 1,1 bilhão em 2005. Apesar do tamanho, só agora a empresa decidiu começar a exportar de forma contínua.
O embaixador do Brasil em Riad, Isnard Penha Brasil Júnior, fez uma avaliação positiva da missão que esteve no país árabe, no final de semana, para divulgar o mercado de capitais brasileiro. Outros setores também chamaram a atenção. O príncipe Waleed Bin Talal, um dos maiores empresários sauditas, disse estar interessado em áreas como agroindústria, petroquímica e bens de capital.

