Importações brasileiras recuaram 1,2% em abril. Compras de bens de capital diminuíram 10%. Saldo foi o segundo maior para o mês.
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Mostra foi inaugurada nesta quarta-feira (01), com a participação do embaixador do Brasil nos Emirados, Fernando Igreja, e do chefe do escritório da Câmara Árabe em Dubai.
País teve entradas de US$ 65,4 bilhões e gastos de US$ 58 bilhões de janeiro a março, o que resultou em superávit de US$ 7,4 bilhões.
Vendas externas somaram US$ 1,21 bilhão no primeiro bimestre. Importações recuaram, mas o país ainda acumula forte déficit comercial.
Cinco maiores companhias brasileiras controladas pela União lucraram quase R$ 70 bilhões em 2018. Petrobras foi o principal destaque.
Saldo negativo de março, no entanto, foi menor do que no mesmo mês de 2018.
FMI divulgou perspectivas econômicas para Oriente Médio, Norte da África, Afeganistão e Paquistão. Organismo pede reformas pelo crescimento para que seja possível gerar empregos em ambiente de volatilidade do preço do petróleo, baixo crescimento e tensões geopolíticas e comerciais.
Comitiva da Agência de Promoção de Investimentos da Arábia Saudita visitou a Câmara Árabe. Delegação quer mostrar a empresas brasileiras oportunidades em setores estratégicos do país árabe.
Sabah Al-Ahmad Al-Jaber Al-Sabah recebeu certificado de mérito por sua atuação em prol do desenvolvimento econômico e social internacional.
Mercado financeiro reduziu pela nona vez seguida a projeção de avanço da economia brasileira em 2019.
O endividamento interno e externo do Brasil aumentou em março sobre fevereiro.
A comercialização de pérolas, pedras e metais preciosos movimentou 1,72 bilhão de dirhams no emirado em janeiro, segundo dados do Centro de Estatísticas local.
Colegiado de diplomatas árabes ofereceu jantar de boas-vindas ao embaixador da Arábia Saudita em Brasília, Ali Abdullah Bahittam.
Saldo negativo em transações correntes ficou em US$ 494 milhões, contra US$ 666 milhões em março de 2018.

