Abicalçados estima que vendas externas avancem 21% e produção cresça 19% no ano que vem. Números apontam retomada do setor, que foi fortemente afetado pela pandemia.
Abicalçados
Abicalçados anunciou uma série de ações para a promoção dos calçados brasileiros no exterior de forma digital em 2021, entre elas a participação em feiras e plataformas na internet.
No seu sétimo episódio, o ANBA Cast traz um bate-papo sobre as tendências no consumo de calçados em Dubai.
Leve crescimento foi registrado em outubro em relação a setembro, seguindo uma tendência de recuperação gradual do impacto econômico da pandemia.
As vendas de calçados de conforto foram menos afetadas do que as dos demais modelos durante a crise da covid-19. Mesmo assim, exportações brasileiras de chinelos caíram.
Indústria brasileira de calçados tem expectativa de um início de recuperação da comercialização no último trimestre do ano. Setor foi fortemente afetado por fechamento das lojas na pandemia, mas comércio online ajudou a amenizar prejuízos e já há encomendas do mercado externo.
Nos quatro primeiros meses deste ano frente ao mesmo período de 2019, Kuwait, Líbia, Marrocos, Bahrein, Omã, Sudão, Jordânia e Tunísia compraram mais sapatos brasileiros.
De janeiro a março, foram exportados para os países árabes 2,5 milhões de pares a US$ 14,7 milhões, quedas de 14,6% em volume e 11,1% em receita.
Dados da Abicalçados mostram queda de 0,9% na receita e aumento de 0,9% no volume exportado em relação a 2018. Emirados Árabes foram 14º maior mercado no ano.
Brasil exportou para a região quase 40% mais pares de janeiro a novembro. Houve aumento nas vendas para os principais mercados do bloco.
Embarques do produto avançaram significativamente em quantidade de janeiro a novembro deste ano.
Embarques de calçados brasileiros aos Emirados Árabes Unidos tiveram alta de 86,4% em volume e 40,9% em receita de janeiro a agosto, em relação ao mesmo período de 2018.
Brasil embarcou 7,9 milhões de pares, um aumento de 65% sobre o mesmo mês do ano passado. Receitas avançaram 44%, para US$ 84,35 milhões.
Estados Unidos compraram mais, mas o resultado se deve à diminuição dos embarques para a Argentina.

