País produziu 241,5 milhões de toneladas de grãos no ano passado, um aumento de 6,6% sobre 2018. Em 2020, colheita deve atingir novo patamar histórico.
Agronegócio
País árabe comprou 71,4 mil toneladas no ano passado. Com China na liderança, exportações totais bateram recordes em volume e faturamento.
Exportações brasileiras aumentaram 6,4% em receita e 2,8% em volume no ano passado. A Arábia Saudita perdeu para o país asiático o primeiro lugar entre os destinos do produto.
País do Norte da África embarcou 49 mil toneladas em 2019, um aumento de 36% sobre 2018.
Segundo a pasta, cotação da arroba do boi gordo caiu em média 15% do início ao final de dezembro. No entanto, valor deve se manter em patamar mais elevado do que há um ano.
País teve receita de US$ 1 bilhão com exportações do produto – principalmente milho e arroz – ao mercado árabe.
Entre janeiro e novembro, o crescimento das importações foi de 5,3% em relação ao mesmo período do ano passado, somando US$ 5,058 milhões.
Foram embarcadas 535,7 mil toneladas de julho a novembro, os cinco primeiros meses da safra 2019/2020.
País árabe foi por oito anos o maior comprador de frango brasileiro. Em 2019, a China assumiu a primeira posição. Como bloco, os países árabes seguem à frente.
Missão levou 15 companhias a Abu Dhabi para a Sial Middle East, que vai até o dia 11. No dia 12, há agenda com visitas técnicas organizada pela Apex.
Exportações brasileiras de carne bovina vão fechar o ano com recorde de US$ 7,5 bilhões, pela estimativa da Abiec, um crescimento de 13% sobre 2018.
Brasil exportou 37,4 milhões de sacas de janeiro a novembro. Para países árabes houve avanço de 12% no período.
Brasil vendeu o equivalente a US$ 8,21 bilhões no mês passado. Carnes foram destaque. Houve aumento também nos embarques de milho, algodão e suco de laranja.
O estande da Câmara Árabe na feira no Cairo recebeu mais de setenta contatos no primeiro dia. Empresas Popcorn, de grãos, e Rauscher Commodities Traders participam.

