Oportunidades de Negócios

O Tanger Med será voltado para transporte de contêineres e terá zonas francas de logística, industriais e comerciais. O objetivo é criar um grande centro de distribuição para Europa, Oriente Médio e África. O primeiro terminal começa a operar em julho.

A delegação saudita que esteve no Brasil na última semana deixou o país, no final de semana, bem impressionada com o potencial econômico nacional. O grupo esteve em São Paulo, Distrito Federal e Rio de Janeiro. No Rio, os sauditas tiveram rodada de negócios com 60 empresários.  

Kuwait News Agency* Rabat – O embaixador do Kuwait no Cairo e junto à Liga dos Estados Árabes, Ahmad al-Kulaib, disse à Kuwait News Agency (KUNA) que o setor privado de seu país tem grande interesse em investir nos mercados em expansão da América Latina. Ele acrescentou que o Kuwait quer fortalecer as relações comerciais

O vice-presidente da Federação das Indústrias do Distrito Federal, Ricardo Caldas, afirmou que as indústrias locais vão ajudar o Brasil e a Arábia Saudita a ampliar seu comércio. Ele falou na abertura de uma rodada de negócios nesta quinta-feira, na capital federal, entre empresários de Brasília e do país árabe. A Arábia Saudita é o segundo país que mais importa do DF.

A decisão foi tomada durante a passagem de missão comercial saudita por São Paulo. O grupo, com 16 empresários, desembarcou no final de semana na capital paulista e hoje está em Brasília. A criação do conselho empresarial deve ajudar a fomentar negócios entre os dois países.

Em função de contatos feitos com a Café Canecão, fábrica paulista de café, em rodada de negócios na Câmara Árabe, tradings sauditas ficaram interessadas em importar o produto do Brasil. Cerca de 80 empresas brasileiras participaram de encontros de negócios segunda e ontem com os sauditas que estão em missão no país.

Silwan Abbassi* Brasília – De acordo com um relatório publicado recentemente pelo Ministério do Comércio e Indústria do Egito, atualmente 56 companhias sudanesas têm investimentos da ordem US$ 198,4 milhões no país. Destas, 51 investiram com vistas ao mercado local e cinco aplicaram recursos em zonas francas, com o objetivo de exportar seus produtos. As

Cerca de 60 empresas brasileiras participaram de rodadas de negócios com 16 empresários sauditas ontem na Câmara Árabe. A Vitrolar vendeu 98 portas para a importadora saudita Bo Saad Group Trading. Já o empresário saudita Khaled A Al-Hamdan quer abrir um escritório no Brasil.

A afirmação foi feita pelo chefe da delegação saudita que está no Brasil. O empresário Ahmed Suliman Al-Romaih falou hoje em seminário na Câmara Árabe. Segundo ele, o comércio entre as duas regiões pode crescer e chegar a este valor em quatro anos. A corrente comercial do Brasil e Arábia Saudita é de US$ 3,1 bilhões.

A Farmácia Central do país árabe, instituição vinculada ao Ministério da Saúde, está abrindo concorrência internacional para compra de medicamentos hospitalares para 2008. A Tunísia importa 57,3% dos medicamentos utilizados no país. As empresas interessadas devem mandar suas propostas até 25 de maio.

Uma delegação com 16 empresários da Arábia Saudita estará no Brasil na próxima semana para falar com industriais brasileiros. Eles participam na segunda-feira e na terça-feira de rodadas de negócios na Câmara Árabe em São Paulo. Também terão atividades em Brasília e no Rio de Janeiro.

Segundo pesquisa realizada pelo Sebrae e pela FGV, 62,7% das micro e pequenas empresas do Rio de Janeiro esperam que os jogos, que vão ocorrer em julho na capital fluminense, tenham impacto positivo nos negócios. A cidade espera receber cerca de 600 mil visitantes na ocasião.

O Instituto Brasileiro de Frutas vai participar da missão brasileira ao Egito, Tunísia e Marrocos a partir da próxima semana. O objetivo é promover o suco e as frutas nacionais na região. Os três países ainda não compram grandes volumes destes produtos do Brasil, mas, segundo o instituto, têm potencial para aumentar as importações.